quinta-feira, 28 de abril de 2011

Cartilha: Uso Responsável da Internet - Professores


 

Este Guia foi criado para ajudar você, professor ou professora, a entender melhor a dinâmica da internet, aprender dicas e se sentir mais preparado para orientar seus alunos utilizando a web como ferramenta pedagógica.

Fonte: http://www.internetresponsavel.com.br/professores/

 

Como se resolve a indisciplina?


Como se resolve a indisciplina?

Não há solução fácil. Mas é essencial trabalhar - como conteúdos de ensino - as questões relacionadas à moral e ao convívio social e criar um ambiente de cooperação 

As estratégias usadas atualmente por grande parte dos professores para lidar com a indisciplina têm sido desastrosas e estão na contramão do que os especialistas apontam ser o mais adequado. O teste ao lado é uma forma de mostrar que é preciso rever conceitos. Não se assuste se você pensou que alguns dos itens estivessem corretos - a maioria dos docentes brasileiros tende a concordar com eles. Pesquisa realizada em 2008 pela Organização dos Estados Ibero-Americanos com cerca de 8,7 mil professores mostrou que 83% deles defendem medidas mais duras em relação ao comportamento dos alunos, 67% acreditam que a expulsão é o melhor caminho e 52% acham que deveria aumentar o policiamento nas escolas.

Se a repreensão funcionasse, a indisciplina não seria apontada como o aspecto da Educação com o qual é mais difícil lidar em sala de aula, como mostrou outra pesquisa, da Fundação SM, feita em 2007 com 3,5 mil docentes de todo o país. Até mesmo os alunos acreditam que o problema vem crescendo. Em investigação feita em 2006 por Isabel Leme, da Universidade de São Paulo (USP), com 4 mil estudantes das redes pública e privada de São Paulo, mais de 50% deles afirmaram que os conflitos aumentaram mesmo nas escolas que estão cada vez mais rígidas. "O problema é que as intervenções são muito pontuais e imediatistas. O resultado é uma piora nas relações entre alunos e professores e, consequentemente, no comportamento da turma", acredita Adriana de Melo Ramos, do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação Moral (Gepem), da Unesp, campus de Rio Claro.

Nesta reportagem, apresentamos sete soluções para você encaminhar o problema. Não se trata de um manual de instruções. As questões ligadas à indisciplina são da natureza humana. Portanto, complexas e incertas. Esse é um ponto de partida para quem convive com o problema. Para se sair bem, é preciso estudar muito e sempre revisitar o tema. Veja também um projeto institucional para a formação da equipe.
Calvin e seus amigos
FALTA DE AUTORIDADE

O que se espera da escola é conhecimento. É isso que faz o aluno respeitar o ambiente à sua volta. Se a aula está um térdio, eke vai procurar algo mai interessante para fazer
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Leitura e escrita de contos de aventura

Projeto Ensino Fundamental I

 Língua Portuguesa

 
Produção de textos
Bloco de Conteúdo
Língua escrita
Conteúdo

Objetivos
- Apreciar a leitura de um clássico da literatura.
- Apropriar-se da linguagem típica de contos de aventura.

Conteúdos

- Leitura.
- Produção de texto.

Anos
4º e 5º.

Tempo estimado
15 aulas.

Material necessário

Conto A Quarta Viagem de Simbad, o Marujo, publicado em Os Melhores Contos de Aventura. Cartolinas.

Flexibilização
Para alunos com deficiência visual
Invista na riqueza da descrição dos personagens, para que o aluno cego envolva-se na história. É importante que ele tenha acesso ao conto em braile. Conte com a ajuda do AEE para antecipar algumas etapas do projeto, se julgar necessário. O trabalho em duplas ajuda o aluno com deficiência visual. O colega pode servir como escriba para o aluno cego durante as produções coletivas, mas é importante oferecer tempo extra para que o aluno faça a transcrição dos textos para o braile. As informações contidas no cartaz devem ser repetidas em voz alta para que o aluno faça seus registros no caderno. Para digitar a versão final dos textos, oriente-o a utilizar um teclado adaptado e amplie o tempo de realização desta etapa.

Desenvolvimento
1ª etapa
Apresente à turma o marujo Simbad, personagem célebre da obra As Mil e Uma Noites, uma compilação de histórias milenares do Oriente. Convide as crianças a conhecerem um dos contos em que ele é citado.

2ª etapa
Organize sessões diárias de leitura em voz do conto e peça que os estudantes levantem informações importantes sobre os personagens, o ambiente, a sequência dos episódios, os aspectos linguísticos (como marcadores de tempo, tempos verbais e expressões típicas usadas pelos personagens). Anote-as em um quadro para ficar afixado na sala para consultas futuras.

3ª etapa
Convide a garotada a produzir, em duplas, versões de A Quarta Viagem de Simbad, o Marujo. O material dará origem a um livro de versões e será doado para a biblioteca da escola. Chame a atenção para o efeito causado pelas descrições e expressões usadas no original para tornar a leitura atraente.

4ª etapa
Retome os principais episódios da história e anote-os em outro cartaz.

5ª etapa
É hora de reunir as duplas e produzir versões. Realize uma discussão sobre como planejar o trabalho. Peça que os estudantes escolham quais as mudanças principais a serem feitas. É possível, por exemplo, uma versão moderna, com personagens vivendo nos dias de hoje. O que é preciso alterar, sem deixar de lado as caraterísticas da aventura e a coerência do texto?

6ª etapa
Sugira a consulta às anotações feitas nas etapas anteriores. Faça intervenções sempre que julgar necessário.

7ª etapa
Leia as primeiras versões produzidas e oriente a revisão. As ações dos personagens e as características dos personagens são coerentes? Retome o planejamento feito coletivamente, as anotações produzidas durante a leitura, bem como trechos das versões estudadas para análise. Por fim, os alunos devem digitar a versão final, corrigindo erros ortográficos.

Produto final

Livro de versões do conto A Quarta Viagem de Simbad, o Marujo.

Avaliação

Observe o comportamento leitor e escritor dos estudantes: comentários e apreciação da leitura, anotações, preocupação com a legibilidade do texto e a disponibilidade para realizar as atividades. Em relação às produções, avalie se apresentam a linguagem típica de um conto de aventura.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

ESPECIAL - Conexão Professor


LDB: 50 anos depois...








Por Nayra Garofle

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que tem como objetivo regularizar o sistema de educação brasileiro, está completando 50 anos. Apesar de ter sido citada na Constituição de 1934, a primeira LDB foi publicada somente em 1961. De lá para cá, ela sofreu duas atualizações, sendo a mais recente em 1996. Apesar das intenções apresentadas na Lei, a diretora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), Lia Faria, e a professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF) Andréa Serpa acreditam que ainda há muito a ser feito quanto à educação.

“Apesar de toda a tentativa de dar uma nova feição sistêmica ao processo de educação, a lei não proporcionou grandes conquistas referentes à questão dos recursos públicos a serem aplicados na educação pública, face à dissidência entre católicos liberais e progressistas, sobretudo no que diz respeito às verbas para a educação”, afirma Lia Faria.

A professora Andréa Serpa lembra que os principais avanços na LDB de 1996 dizem respeito à expressão do desejo do país de fortalecer a democracia como o ideal das relações sociais e o papel da escola neste processo.

“É recorrente no texto a afirmação da importância da cidadania, na gestão democrática da escola, do respeito às diferenças socioculturais deste país continente. Atualmente, os maiores avanços – com a revisão do texto – foram a inclusão da obrigatoriedade da oferta, por parte do poder público, de vagas para as crianças de quatro anos, na educação infantil até o ensino médio com 17 anos, e a reforma do currículo ressaltando a importância da cultura afro-brasileira, indígena, e uma maior relevância para o ensino das artes. Isso aponta caminhos importantes, embora nem sempre seguidos”, diz a professora.

Serpa ressalta ainda que a LDB de 1996 trouxe muitas mudanças, “pelo menos como carta de intenção”, em relação às anteriores. Para ela, a lei marca a redemocratização do país e, de certa forma, do mundo, “se considerarmos todos os regimes totalitários que assombraram a América do Sul nas décadas de 60 e 70”.

“A intenção de descentralização do sistema, com mais autonomia aos estados, municípios e escolas; a proposta de uma gestão democrática e colegiada da escola pública com os Conselhos de Escola e Comunidade; o reconhecimento da importância de aspectos históricos e políticos na formação da nação que haviam sido invisibilizados nos currículos por tantas décadas. O reconhecimento – e infelizmente por enquanto apenas no texto da lei – da importância da valorização do professor. Nossa LDB atual, apesar de suas contradições compreensíveis, porque todo texto fruto de muitas negociações e que expressa interesses muitos dispares não foge a este destino, aponta para uma educação muito menos tecnicista, adestradora e excludente do que as LDBs passadas”, destaca Serpa.



Linha do tempo sobre os 50 anos da LDB

1961
- A LDB é promulgada e prevê a criação do Plano Nacional de Educação (PNE);

- O ensino até a 4ª série primária é obrigatório;

- Ensino religioso facultativo.

1971

- Inclusão da educação moral e cívica, educação física, educação artística e programas de saúde como matérias obrigatórias do currículo;

- Ensino Fundamental obrigatório;

- Progressiva substituição do ensino de 2º grau gratuito por sistema de bolsas com restituição;

- A lei extingue a vinculação dos recursos da União para a Educação.

1996
- A lei volta a prever o PNE;

- Inclusão da educação infantil (creches e pré-escolas) como primeira etapa da educação básica.

2001

- É sancionada a lei do primeiro PNE. O dispositivo que obrigava a vinculação de 7% do PIB ao ensino é vetado.

2009
- Uma emenda amplia a obrigatoriedade da oferta e a matrícula para jovens de 4 a 17 anos.


2010
- A última alteração na LDB torna obrigatório o ensino da Arte em suas expressões regionais.


Quer saber mais sobre os 50 anos da LDB?



SUGESTÃO DE AULA - Ciências





Professora: Gislene
Disciplina: Ciências
Turma: 801 e 802 - Ensino Fundamental

Desenvolvimento:

Iniciamos a aula com a música de Luis Gonzaga, " O xote das meninas, na voz de Marisa Monte; depois de cantar a música, fizemos interpretação oral que ficou muito legal.
Em seguida,  utilizamos o data show com a apresentação de aula em slide, acompanha de  dois vídeos e uma animação.


Atividade Realizada:

O XOTE DAS MENINAS - Luiz Gonzaga 

Mandacaru 
Quando fulora na seca
É o siná que a chuva chega
No sertão
Toda menina que enjôa
Da boneca
É siná que o amor
Já chegou no coração...
Meia comprida
Não quer mais sapato baixo
Vestido bem cintado
Não quer mais vestir chitão...

Ela só quer
Só pensa em namorar
Ela só quer
Só pensa em namorar...
De manhã cedo já tá pintada
Só vive suspirando
Sonhando acordada
O pai leva ao dotô
A filha adoentada
Não come, nem estuda
Não dorme, não quer nada...
Ela só quer
Só pensa em namorar
Ela só quer
Só pensa em namorar...
Mas o dotô nem examina
Chamando o pai do lado
Lhe diz logo em surdina
Que o mal é da idade
Que prá tal menina
Não tem um só remédio
Em toda medicina...
Ela só quer
Só pensa em namorar
Ela só quer
Só pensa em namorar...


Conclusão:

A turma se envolveu com aula, pois apesar de ser um assunto interessante para eles nessa idade, os slides prenderam a atenção.

A animação demonstra o processo da Menstruação.




O vídeo retrata como acontece a fecundação. 

Fonte: http://www.google.com.br/imgres

Utilizando o Laboratório de Informática Educativa


Roteiro de Aula: Profª Gislene
Turma: 801 e 802
Disciplina: Ciências 

Parabéns, Gislene! Sua aula foi bem elaborada.A abordagem usada para trabalhar este conteúdo foi motivadora, explorando vários recursos tecnólogicos e mídias. O uso da mídia transporta os alunos ao local do objeto de estudo.Com certeza, ao final da aula os objetivos foram alcançados com sucesso.

Um abraço, Juliana Motta Borchio - Orientadora Tecnológica

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Monteiro Lobato, o pioneiro da literatura infantil brasileira


Por tudo que Monteiro Lobato significa - "fundador de nosso imaginário" nas palavras de Marisa Lajolo, "primeiro reformador da prosa brasileira", para Oswald de Andrade, "dos valores mais indiscutidos da nossa literatura moderna", para Antonio Candido - é dever da escola incluir no currículo a leitura de suas obras. O encantamento que suas histórias provocam é inesgotável. Não há idade para começar a ler
Lobato, e não parar mais.

Boa leitura!

Sugestões de Leitura


Atenção alunos (as) 3001 CN!


Disciplina: Língua Portuguesa

Professora: Aline Reis 

Turma: 3001 CN

Entrega: 29/04 (sexta-feira)

Valor: 2,0
 

Finalmente lembrado pela teledramaturgia na novela Cordel Encantado, o cangaço foi um fenômeno de banditismo social que existiu no Brasil entre 1870 e 1940 e teve em Lampião seu principal representante. 

    Durante o Modernismo o escritor José Lins do Rego retratrou a saga dos  cangaceiros em suas obras: Fogo morto,Pedra bonita e Cangaceiros.Para saber um pouco mais sobre esse  grupo de justiceiros do sertão organizem-se em duplas  façam uma pesquisa e elabore um trabalho escrito seguindo  o seguinte roteiro:
  


1. Capa com identificação

2. Cangaço (O que foi?)

3. Literatura de Cordel (O que é / Como os versos são
organizados / Exemplificar)

4. Xilogravuras (O que são / Como são feitas / Ilustrar)

5. Cangaceiros mais famosos e a morte de Lampião.

6. Conclusão da dupla (Compare o trabalho com a figura
do cangaceiro mostrada na novela Cordel Encantado e procure explicar se ele
era um herói ou um vilão.

7. Bibliografia. (anote os sites e outros lugares onde você pesquisou).

FONTE: http://www.google.com.br/imgres 


domingo, 24 de abril de 2011

FELIZ PÁSCOA!



Frases para Orkut

FONTE: http://www.recadosonline.com/pascoa-religiosa-2.html

Reflexão...


AS TRÊS ÁRVORES

Imaginemos três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. 
A primeira queria ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros;
A segunda queria ser um grande navio para transportar reis e rainhas.
A terceira árvore queria ficar no alto de uma montanha e crescer tanto que as pessoas quando olhassem para ela, levantassem seus olhos e pensassem em Deus.
Mas, a primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais coberto de feno, a segunda virou um simples barco de pesca carregando pessoas e peixes todos os dias e a terceira árvore mesmo sonhando em ficar no alto de uma montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito.
Mas numa certa noite, uma jovem mulher colocou seu neném nascido naquele cocho de animais e de repente a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.
A segunda árvore anos mais tarde acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco o homem levantou-se e disse ao mar revolto: -"Sossega"; e entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra.
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela, pois fora condenado a morte mesmo sendo inocente.
Logo sentiu-se horrível e cruel, mas no Domingo o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.

"O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa vem do Senhor."  


Fonte: http://www.google.com.br/imgres
 

terça-feira, 19 de abril de 2011

19 de Abril - Dia do Índio

Dia do Índio
Dia do Índio



História do Dia do Índio, comemoração, 19 de abril, criação da data, cultura indígena


História do Dia do Índio
Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540. Mas porque foi escolhido o 19 de abril?
Origem da data 
Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste contimente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.
No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhido, no continente americano, como o Dia do Índio.
Comemorações e importância da data

Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas, os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os minicípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais. 
Devemos lembrar também, que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.

Veja também:


Modelo de Atividades


































DIA DO ÍNDIO PARA 5º ANO


FONTE: http://artedelecionar.blogspot.com/2011/04/dia-do-indio-informativo-para-educador.html
Poderá também gostar de:
DIA DO ÍNDIO - INFORMATIVO PARA EDUCADOR
DIA DO ÍNDIO PARA 4º ANO
DIA DO ÍNDIO PARA 3º ANO

Memórias de minha alfabetização


                          

Trabalho orientado pela professora
- Doracinéia C. Dutra -

Disciplina

Processo de Alfabetização e Letramento

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           Maria Franzini Porto de Oliveira, 2002 CN


Ainda me lembro claramente de como era minha Classe de Alfabetização. Na minha sala havia uma TV localizada no alto, tinha cartazinhos com todas as letras do alfabeto colocados por cima do quadro verde, onde a professora, que por sinal era minha mãe, passava alguns exercícios que eu achava ser intermináveis, cogitava ser muito para qualquer pessoa, mas na verdade não era, era apenas eu vendo tempestade em um copo d'água.
Algo queainda permanece lúcido em minha reminiscência é o jeito como eu ficava sem graça quando minha mãe chamava a minha atenção na frente dos meus outros colegas, e pior ainda quando me deixava de castigo em pé, voltada para um canto exilado da sala.E ai de mim se eu contestasse!
Porém, era merecido.Eu queria ter mais autordade que minha mãe, queria dar aula no lugar dela.Ela me confirma isso até hoje, e conta como ela ficava irritada comigo.Hoje eu reconheço que estava errada, mas eu era criança, não tinha maturidade e dicernimento.
Os alunos que estavam comigo eram, na sua maioria, os mesmoms até o 7º ano.Eu praticamente cresci com eles e passei a apreciá-los de uma forma muito especial, por todos osmomentos incríveis que passamos juntos. A Luíza e a Amanda, duas alunas que estiveram comigo sempre, se tornaram duas das minhas melhores amigas.
Foi ótimo ter começado com eles desde pequena e caminhando juntamente deles. E foi inexcedível ter minha mãe como a pessoa que mais me ajudou a ser o que sou hoje, em termos de aprendizado.
Desde aquela época eu percebi o quanto a leitura é importante, e não somente ela, mas também saber escrever, saber se comunicar e expressar através da escrita.Eu compreendi o quanto isso me proporcionou.Era ótimo poder entender as coisas por mim mesma, dava uma sensação de liberdade e independência incrível.Além de toda a base para fazer bons textos, enriquecer o vocabulário e ajudar a se expressar melhor, a leitura e a escrita instigam a imaginação.


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Viagem


Minha infância tem lembranças
QUe me fazem recordar
A professora compaciência
Para as vogais me ensinar.

Da escola que saudades
Os amiguinhos queria encontrar
Naquela época não  não existia maldade.
Que hoje me fazem chorar.

Bem que minha mãe dizia
Felicidade a gente tinha
Aprendíamos as letrinhas
Prá mais tarde nos ajudar.

Uma coisa me lembro bem
De minha professora dizer
Flaviana fique quieta
Para comigo aprender a ler.

Quando tia Flávia chegava 
COm seu sorriso na cara
Para de bom humor ensinar
As crianças que não ficavam quietas
Ela fazia sossegar.

E ela bem que ensinou e hoje aqui estou
Quase terminando o curso
De Formação de Professor


Flaviana dos Santos Silva - 2001 CN

ESPECIAL



Você não vive sem música?
Fique atento aos cuidados 
que precisa ter com os
fones de ouvido!



Quem nunca foi para a escola ou passou o recreio curtindo um som alto que atire a primeira pedra! Com a tecnologia, cada vez mais jovens têm se acostumado a diariamente ouvir música em celulares, MP3 players, notebooks etc. E, para não incomodar quem está ao lado, é sempre bom fazer uso do bom e velho fone de ouvido. Mas esse hábito, que mistura diversão, privacidade e educação, pode ser mais perigoso do que imaginamos! É preciso ficar ligado para não transformar a música alta numa verdadeira vilã para sua saúde.

Os que adoram música alta, sejam fãs de um rock pesado ou de um funk estilo “pancadão”, preferem se fazer de surdos para o aviso. Mas estudos recentes afirmam que o fone de ouvido realmente pode causar a perda da audição – problema que só começaria a ser percebido depois de anos. Quem usa o acessório mais de uma hora por dia em volume máximo corre mais riscos. E atenção: não há cura para a surdez!

Caroline Muniz, aluna do Colégio Estadual Desembargador José Augusto Coelho da Rocha Júnior, do município de Rio Bonito, é uma daquelas adolescentes que vivem com fones de ouvido, na escola, na rua, no ônibus e em casa. E quem passa ao lado percebe, pois ela não economiza no volume do som. “Curto demais, porque dá mais adrenalina!”, diz. Mas a otorrinolaringologista Heloisa Soares de Oliveira, diretora da Audioclínica do Rio de Janeiro e membro do Cremerj, adverte: “O recomendado é ouvir som com intensidade inferior a 80 decibéis, pois é este o limite de prevenção. Abaixo desse nível não há risco de desenvolver perda auditiva”.

E não importa se você está ouvindo música clássica, gospel ou metal, com fones novos ou de marca conhecida. Segundo a médica, o que lesa a audição é o nível de pressão sonora, não a qualidade do som escutado. “O volume é o que prejudica a audição e não se o som é bom ou ruim. O uso frequente de fones colocados dentro do conduto auditivo, sem qualquer barreira atenuante em sua transmissão, pode sim trazer graves perdas auditivas. Essas perdas inicialmente não são percebidas – somente bastante tempo depois de instaladas – e são irreversíveis”, avisa.

A legislação trabalhista, inclusive, estabelece limites de tolerância para exposição a ruídos em relação ao tempo de exposição. “O limite de tolerância para exposição a 85 decibéis é de oito horas por dia; para 80 decibéis o limite é de quatro horas; 90 decibéis, duas horas; 100 decibéis, uma hora e assim por diante. Uma simples conversa tem, em média, 65 decibéis; uma rua de trânsito movimentado pode chegar a 95 e o volume ao se ouvir música normalmente fica entre 90 a 105 decibéis”, explica Heloisa.

Curtição sem trauma
Hoje já existem aparelhos com controle automático de volume e até mesmo fones intrusivos (que ficam lá dentro do ouvido, não apenas na área externa da orelha) com noise cancelling, que garantem 70% de redução de ruídos externos. Com isso, não é necessário aumentar o volume para ouvir melhor o que está tocando, por exemplo. Ainda assim, é preciso tomar cuidado!

Entre os sintomas de perda auditiva que podem aparecer com o tempo, estão: zumbido, redução da percepção auditiva, irritabilidade e dificuldade de compreensão das palavras. “Se for a algum lugar ou escutar som e o ouvido depois ficar com zumbido, ou seja, ‘chiando’, é sinal de que já há risco de lesão das células do ouvido interno”, esclarece a otorrinolaringologista.

Mesmo que demorem a se manifestar, esses sinais já podem prejudicar - e muito - não só a saúde, mas o convívio social com parentes, amigos e desconhecidos. Com os sintomas, a pessoa pode ter dificuldades no relacionamento com outros, se sentir excluída e ser impedida de exercer determinadas funções profissionais que exijam boa audição.

Heloisa lembra que o mais importante é se prevenir. Ouvir som em volumes mais baixos, até 80 decibéis, é a primeira medida. “Se a pessoa tem hábito de ouvir música em MP3 players etc, o recomendado é ir ao médico e fazer um exame de audiometria semestralmente, para verificar se há perda auditiva em fase inicial e ainda reversível, e fazer o acompanhamento. Normalmente, se pararmos logo a exposição ao som alto, evitamos a evolução da perda auditiva e conseguimos revertê-la”, afirma.

O que toca no seu MP3? Clique aqui e confira o que os alunos estão ouvindo por aí...

Saiba mais sobre como utilizar corretamente os fones de ouvido


Fonte: http://www.conexaoaluno.rj.gov.br/temas-especiais.asp