Visitando o Blog Internetando, encontrei essa excelente apresentação que ela organizou para uma oficina sobre o Uso das Redes Sociais.
SEJA BEM-VINDO AO NOSSO ESPAÇO VIRTUAL! Nossa finalidade ao criar esse BLOG foi de mostrar nosso espaço e divulgar os eventos realizados por essa Unidade Escolar.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Redes Sociais na Educação
Visitando o Blog Internetando, encontrei essa excelente apresentação que ela organizou para uma oficina sobre o Uso das Redes Sociais.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Uma em cada sete pessoas no mundo dorme com fome
Direitos humanos
Situação é alarmante, principalmente pela alta de preços dos alimentos, diz FAO
Ahmed ressaltou que há "muitas razões por trás da alta dos preços". Entre estas destacou que "a cada ano há 80 milhões de bocas a mais para alimentar no mundo" e os países em desenvolvimento elevam seu nível de vida, aumentando a pressão alimentícia. "Estes países aumentaram o consumo de carne e de outros alimentos nutritivos que precisam de uma produção intensiva, principalmente no que se refere ao consumo de cereais", afirmou.
quarta-feira, 3 de março de 2010
ATUALIDADE
O que são terremotos e como se mede sua intensidade?
Escalas Richter e Mercalli-Modificada são utilizadas para medir a magnitude e a intensidade dos abalos sísmicos

As placas tectônicas se movimentam e o choque entre elas provoca os terremotos
Planos de aula
II. Sentido por pessoas em repouso eu em andares superiores.
III. Vibração leve. Objetos pendurados balançam um pouco.
IV. Vibração como a causada pela passagem de caminhões pesados. Chacoalhar de janelas e louças. Carros parados balançam.
V. Sentido fora de casa. Acorda as pessoas. Objetos pequenos tombam e quadros nas paredes se movem.
VI. Sentido por todos. Deslocamento de mobília. Louças e vidros se quebram. Queda de objetos. Rachadura no reboco de casas
VII. Percebido por motoristas dirigindo. Dificuldade em manter-se em pé. Sinos tocam em igrejas, capelas etc. Danos, como quebra de chaminés, ornamentos arquitetônicos e mobília; queda de reboco; rachaduras em paredes, algumas casas podem até desabar.
VIII. Motoristas de automóveis sentem o tremor. Galhos e troncos se quebram. Rachaduras em solo molhado. Destruição de torres de água elevadas, monumentos, casas de adobes. Danos severos a moderados em estruturas de tijolo, casas de madeira (quando não estão firmes com fundação), obras de irrigação e diques.
IX. Solo rachado, como "crateras de areia". Desabamentos. Destruição de alvenaria de tijolo não armado. Danos severos a moderados em estruturas inadequadas de concreto armado e tubulações subterrâneas
X. Desabamentos e solo rachado. Destruição de pontes, túneis e algumas estruturas de concreto armado. Danos severos a moderados de alvenarias, barragens e estradas de ferro
XI. Distúrbios permanentes no solo
XII. Danos quase totais
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
ATUALIDADES
Crescimento urbano e exportações agrícolas: principais causas do desmatamento
Crescimento urbano e exportações agrícolas: principais causas do desmatamento.
As duas principais causas do desmatamento nos países tropicais são o crescimento da população urbana e as exportações agrícolas, segundo um estudo publicado neste domingo pela revista especializada Nature Geoscience.
Muitas pessoas acreditam que é possível proteger as florestas reduzindo a população das áreas rurais e incentivando os moradores a não desmatarem.
Porém, segundo a equipes de pesquisadores comandada por Ruth DeFries, da Universidade de Columbia, a urbanização é a maior responsável pelo desmatamento, ao provocar uma elevação do nível de vida marcada por um consumo maior de produtos agrícolas, sobretudo de origem animal.
"Nas próximas décadas, quase todo o crescimento demográfico se dará nas cidades, e não no campo, o que vai impulsionar a demanda de utilização das paisagens rurais para a produção agrícola comercial", destacaram os autores do estudo.
Os cientistas compararam indicadores econômicos e demográficos de 41 países da América Latina e da Ásia com dados sobre o desmatamento colhidos por satélites entre 2000 e 2005.
Eles constataram que o recuo das florestas é maior nos lugares onde a urbanização cresce rapidamente e o comércio dos produtos agrícolas por habitante é alto.
As exportações agrícolas também impulsionam a demanda em terras cultiváveis, frequentemente retiradas da floresta.
Ao contrário, não existe uma relação significativa entre crescimento da população rural, associado a um aumento local da demanda, e desmatamento.
Assim, as políticas atuais de combate ao desmatamento "não vão responder à principal causa do desmatamento", advertiram os pesquisadores.
A advertência foi emitida num momento em que os países ricos prometeram na Cúpula do Clima em Copenhague doar 10 bilhões de dólares em três anos aos países emergentes para combater o aquecimento global.
Grande parte desta verba deve ir para a proteção das florestas tropicais, importantes fontes de carbono cuja destruição acelera o aquecimento global.
Uma solução para proteger as florestas pode ser melhorar o rendimento das superfícies já desmatadas, sugeriram os autores do estudo.Fonte: http://pt.kioskea.net/news